...VAI ENFIAR ESSA MOTOSSERRA NO RABO E NÃO ENCHE MAIS O SACO NA MINHA TV ABERTA...
.^^.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
répixmas09&_1próspero novo_ano
Ou simplesmente igualmente.
Natal é a época de magia_default.
Tanto que o citei no início de tudo|isso aqui|: "(...) eu poderia decretar neste espaço um espaço-tempo indefinido e por tempo indeterminado, e é o que farei: entretanto perdi o fio da meada das notícias aquelas, embora deixe estabelecido por ter achado uma boa idéia o negócio do espaço-tempo. Portanto, feliz natal. (Já que natal é tempo de boas ações, fiquemos nele)".
E embora as propagandas do Zaffari (Bourboun fora do RS, se é que estou bem informado) sempre me soaram meio melosas e encarnavam o bairrismo playba que nunca me gustou nos gaúchos (um lance nada gauchos na vida), além de perceber que a única que gostava era pela então não sabida Gymnopédie do E. Satie, a deste ano eu corro para assistir e chamo quem está perto para assistir também - especialmente minha Pequena - s/ deixar obviamente de no modo sempre abobado imitar o papudo piscando impressionado c/ a estória contada pelo seu vô. O gordinho é muito foda, e o alemaozinho também. Deu tudo certo. Dá até para pôr um casaco no mormaço de Canoas_PoA. De tanto que farei algo extremamente raro (pois deixo o que é do tumblr. p/ o tumblr., bem como o que é do del.icio.us e assim sucessivamente) e embedei o vídeo da prop. aqui - espero que ele permaneça no ar. Seguindo-o está o registro desta pequena imitação, bem como minha mensagem de Natal - ambos funcionam melhor ao vivo (e o plano do segundo é uma parada mais We're the World - ano que vem eu faço, pois a intenção é desdo ano passado.
Natal é a época de magia_default.
Tanto que o citei no início de tudo|isso aqui|: "(...) eu poderia decretar neste espaço um espaço-tempo indefinido e por tempo indeterminado, e é o que farei: entretanto perdi o fio da meada das notícias aquelas, embora deixe estabelecido por ter achado uma boa idéia o negócio do espaço-tempo. Portanto, feliz natal. (Já que natal é tempo de boas ações, fiquemos nele)".
E embora as propagandas do Zaffari (Bourboun fora do RS, se é que estou bem informado) sempre me soaram meio melosas e encarnavam o bairrismo playba que nunca me gustou nos gaúchos (um lance nada gauchos na vida), além de perceber que a única que gostava era pela então não sabida Gymnopédie do E. Satie, a deste ano eu corro para assistir e chamo quem está perto para assistir também - especialmente minha Pequena - s/ deixar obviamente de no modo sempre abobado imitar o papudo piscando impressionado c/ a estória contada pelo seu vô. O gordinho é muito foda, e o alemaozinho também. Deu tudo certo. Dá até para pôr um casaco no mormaço de Canoas_PoA. De tanto que farei algo extremamente raro (pois deixo o que é do tumblr. p/ o tumblr., bem como o que é do del.icio.us e assim sucessivamente) e embedei o vídeo da prop. aqui - espero que ele permaneça no ar. Seguindo-o está o registro desta pequena imitação, bem como minha mensagem de Natal - ambos funcionam melhor ao vivo (e o plano do segundo é uma parada mais We're the World - ano que vem eu faço, pois a intenção é desdo ano passado.
domingo, 13 de dezembro de 2009
text|o|ura
E em breve, muito em breve, mais que coming soon, a VÁ#-1.pdf (compilei uma versão hoje que passou brincando a marca das 300 páginas, então verei se faço uma bíblia, se começo pelo álbum branco do Beatles, ou se tomo coragem e corto algumas coisas que lá estariam tão somente para aproveitar a visibilidade - veremos.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
{relógio.bússola} rdermelho é vá // verde é tudo_azul
o semáforo tem vermelho, amarelo e verde.no trânsito, o vermelho do semáforo significa pare.mas na vida geral, o vermelho está mais para urgente, sendo o verde neste caso tranqüilo, o verde é tudo azul.não há sol verde.o sol ou é amarelo ou é vermelho.é sempre uma questão urgente o tempo.o vermelho não é pare, o vermelho é vá.e se o vermelho é pare, é pq o tempo pode parar, se for vivido urgentemente.mas dizem mesmo que o sol é branco.daí é uma folha em branco então.e é tão---
o relógio é uma bússola na qual o ponteiro sempre aponta o norte: agora.
isso comporá (com muitíssimas outras coisas misturadas, entre tantas também |sob|re o tempo) a(o) VÁ#-1.pdf, que pretendo 'publicar' via http://issuu.com/joaogrando antes do final do ano.
p.s.: O PONTEIRO DO RELÓGIO APONTA PARA O TEMPO COMO SE FOSSE UMA ESPINGARDA.
MATE O TEMPO, MAS NÃO O DEIXE MORRER EM VÃO.
MATE O TEMPO, MAS NÃO O DEIXE MORRER EM VÃO.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
everest_roots
Ainda que permaneçam por gerações no zoológico, na natureza os tigres siberianos (Panthera tigris altaica) COMEM lobos.
Usam de hot dog o vilão maior das fábulas. Imaginem a cena - ou de um tigre siberiano faminto tentando devorar um urso pardo. É muito mais foda do que Emelianenko vs. Brock Lesnar.
Apesar da zzzzzzzzzZOOLOGICALIZAÇÃO de tudo, há certos pontos que o dinheiro não funciona (e o dinheiro funciona à base da compra, por isso sente-se falta do 'não compra' aqui [na frase, eu digo]).
O EVEREST É ROOTS.
Lá não há como visitar sem enfrentamentos.
Bem como na fossa das Marianas não há(verá) mergulho que aguente.
No dia em que pudermos fazer isso (2080?), no dia em que não tivermos mais medo, a natureza não será mais natureza, os fantasmas não serão mais fantasmas.
Usam de hot dog o vilão maior das fábulas. Imaginem a cena - ou de um tigre siberiano faminto tentando devorar um urso pardo. É muito mais foda do que Emelianenko vs. Brock Lesnar.
Apesar da zzzzzzzzzZOOLOGICALIZAÇÃO de tudo, há certos pontos que o dinheiro não funciona (e o dinheiro funciona à base da compra, por isso sente-se falta do 'não compra' aqui [na frase, eu digo]).
O EVEREST É ROOTS.
Lá não há como visitar sem enfrentamentos.
Bem como na fossa das Marianas não há(verá) mergulho que aguente.
No dia em que pudermos fazer isso (2080?), no dia em que não tivermos mais medo, a natureza não será mais natureza, os fantasmas não serão mais fantasmas.
Exibir mapa ampliado
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
fêmea|fauno + um blá_blá breve.
A ideia é começar a pôr os desenhos (um lance meio seleção) aqui além do flickr.com/joaogrando, porque lá terá muita coisa, pois devo entrar no clima cloud_computing. Este aí é quase um clichê pessoal, por isso. Porque a ideia (ou seu par, o ideal) é exibir a atividade semanal/ diária/ mensal etc, ou mostrar a coisa dentro do seu tempo. Então o acumulado deve ser exibido acumulado. Mas, voltando ao assunto de uma(s) linha(s) acima(s)[sic], hoje em dia tem de ser tudo no mesmo lugar, meio tumblr., p/ facilitar p/ mim e p/ os outros. Então o lance será meio na marreta, meio no fórceps, mas claro que nem tanto. - simplesmente adaptando mais ou menos p/ o lifestreaming - este blog como coluna vertebral, além de seu conteúdo original. E novamente em suma (se é que já foi falado em suma - e desta vez é espontâneo) NADA MUDA na prática, a despeito de isso paracer um comunicado. E chega de tantos meios. É isso, que aliás não é nada demais, é só o bastante para justificar o quase clichê aí de cima.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
[notas] Antichrist, Lars Von Trier

Apelemos aos adjetivos: as imagens de Antichrist eram para ser asquerosas, mas há certa esterilidade em torno delas. Pessoalmente eu sou de me assustar muito com filmes de terror: dormi mal durante um bom tempo após enfrentar (o verbo já denota a relação que tenho com estes filmes) O Chamado (a versão americana mesmo) e O sexto sentido (à época eu mais adolescente que hoje, no que me tornei um fã de Shyamalan, mas por outros motivos que não os sustos). Mas saí da sessão de Antichrist sem aquele mal estar – mas tão somente satisfeito pelo trabalho de edição de arte e fotografia.
E aí entramos num ponto difícil, ou nebuloso, para continuar abusando dos adjetivos: esta esterilidade seria falta de domínio do tempo (fundamental para o terror/ suspense) por parte de Lars Von Trier ou uma intencional busca de certo estranhamento, algo como as fotos de Jeff Wall ou mais formalmente Andreas Gursky?
O público já se acostumou ao terror e, em termos de gênero, o que se vê no filme não é novidade alguma. Tampouco é um ready-made ou ironia à Tarantino.
Eu não apostaria na ingenuidade de Lars Von Trier, talvez numa cegueira (ou desprezo ao negócio) na vontade de exorcizar-se na arte, mas ao que me parece a intenção é uma imobilidade , uma frieza para com o horror (pessoal, inclusive).
Coisas como “exagero” e “dispensáveis” certamente não cabem às imagens mais “polêmicas”, que para não variar tomaram o foco do filme por parte da média mídia.
Algumas explorações formais lembraram-me o grande Paranoid Park, como o barulho vindo dos carvalhos. Mas de modo mais seco (comparar, por exemplo, com a expressão formal retirada do barulho da água na antológica cena em que Alex está no chuveiro).
Estava ansioso em ver Charlotte gozar/sofrer submetida ao diretor. E à mistura de paranóia/ terror/ sexo/ diabo explorada expressivamente (destaque para as belíssimas imagens do ursinho contrastando com a penetração em foco no prólogo e o cabelo do menino denunciando o efeito da gravidade).
p.s.: li pouco (melhor: nada) a respeito das possíveis simbologias do filme ou mesmo críticas, então esta foi uma breve análise crua – por esse possui a tag cinema, mas não a tag crítica.
E aí entramos num ponto difícil, ou nebuloso, para continuar abusando dos adjetivos: esta esterilidade seria falta de domínio do tempo (fundamental para o terror/ suspense) por parte de Lars Von Trier ou uma intencional busca de certo estranhamento, algo como as fotos de Jeff Wall ou mais formalmente Andreas Gursky?
O público já se acostumou ao terror e, em termos de gênero, o que se vê no filme não é novidade alguma. Tampouco é um ready-made ou ironia à Tarantino.
Eu não apostaria na ingenuidade de Lars Von Trier, talvez numa cegueira (ou desprezo ao negócio) na vontade de exorcizar-se na arte, mas ao que me parece a intenção é uma imobilidade , uma frieza para com o horror (pessoal, inclusive).
Coisas como “exagero” e “dispensáveis” certamente não cabem às imagens mais “polêmicas”, que para não variar tomaram o foco do filme por parte da média mídia.
Algumas explorações formais lembraram-me o grande Paranoid Park, como o barulho vindo dos carvalhos. Mas de modo mais seco (comparar, por exemplo, com a expressão formal retirada do barulho da água na antológica cena em que Alex está no chuveiro).
Estava ansioso em ver Charlotte gozar/sofrer submetida ao diretor. E à mistura de paranóia/ terror/ sexo/ diabo explorada expressivamente (destaque para as belíssimas imagens do ursinho contrastando com a penetração em foco no prólogo e o cabelo do menino denunciando o efeito da gravidade).
p.s.: li pouco (melhor: nada) a respeito das possíveis simbologias do filme ou mesmo críticas, então esta foi uma breve análise crua – por esse possui a tag cinema, mas não a tag crítica.
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