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sábado, 7 de maio de 2011

RONDON, Beatriz. Ambientalista.



Em situações como esta, de uma espécie usar suas conquistas para iludir, emboscar e matar outra espécie, e uma que é jóia rara na natureza, sem motivo ou instinto algum, a relatividade inerente que geralmente atenua meus sentimentos de vingança, releva papéis de bom e mau e praticamente anula a possibilidade da existência de inferno na sua concepção tradicional são postas de lado, e nutro uma vontade de ver UM JAGUAR MACHO COMENDO O CORAÇÃO CORRUPTO DESSA BEATRIZ RONDON E SEU CU CHEIO DE DINHEIRO LEGALIZADO.

Queria ver essa baranga NO MANO com qualquer ser no gênero Panthera. Eles, os predadores top, são os reis da natureza, fazem o papel real que só existe simbolicamente para nós numa figura de foice, dão a morte como presente para a saúde do planeta, são agentes do medo porque de sua natureza.

Porém o fato de um homem com sua tecnologia poder fazer o mesmo mesmo com um Tiranossauro Rex não faz de nós reis, mas apenas BACTÉRIAS ARTIFICIAIS QUE DIZIMAM um organismo perfeito.

segunda-feira, 21 de março de 2011

fin

Ainda que representem épocas e modalidades, os clássicos o são também pelas suas atemporalidade e idéias que se lançam para além dos limites de suas mídias. Neste caso não se trata de cinema, trata-se da falta de espaço para brandura numa metrópole (e no mundo moderno). E isso inda não é o bastante para abranger o indizível no visível no olhar deles: duas facetas da última instância da expectativa, quando ela é posta à prova ao enfrentar o derradeiro resultado do que a mantinha ativa: a esperança materializada, quase um pedido humilde e desesperado de tão sincero, no olhar dele; e a mistura de decepção e enternecimento no olhar dela. Na revelção à ex-cega de que o homem que arranjou dinheiro p/ sua cura não era o homem rico que ela pensava ser, a compaixão pelo ferido inverte-se, porém sem a mesma grandeza que possibilitara tal inversão:

quinta-feira, 17 de março de 2011

além-motivos

O desuso é uma das facetas mais claras da crueldade do tempo. Não há o que se fazer, a não ser o resgate (possuidor de valor apenas simbólico e gratificação própria) de alguns inválidos. Enfim, o 2º teste do brinquedo 'novo':

felicidade

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

dú.vi.da_da_vi.da:_dá.di.va?

Tudo é passível de debate, ponto de vista; e nem é preciso acreditar neste mistério evidente elucidado nos grandes ensinamentos esotéricos: as coisas em seu funcionamento mesmo se reservam versões, impossibilitam uma não rarefeita verdade; como dispensar a maravilha potencial em cada possibilidade que há em tudo, em qualquer infinitesimal vibração?

Há uma sintonia precisa entre quaisquer coisas que se preferem ou em qualquer coisa preferida. E talvez aquilo que parece uma sensação evoca uma dimensão inteira, que transborda da sua camada e emerge delicadamente do ciclo padrão, na forma de sutilezas que nos põe em pequenos xeques eventuais, e nos inquirem justamente a certeza: será que eu tenho certeza? Será que eu tenho, então, certeza? Será que abro mão da languidez da verdade para criar (crer na, fechar-me na) minha própria?

Tudo é possível certeza.
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