+ Rapsódia dominical atrasada de atraso justificado... 15.476
+ A Waltz for a Night................................. 14.236
+ A arte dá nos nervos................................ 11.588
+ Monalisa vs. Sistina................................ 10.711
+ Cri-critica-se...................................... 10.231
+ Ver para ver........................................ 9.413
+ X: vezes em vez de versus........................... 9.319
+ Obama lá............................................ 6.965
+ ET.................................................. 6.066
+ Post nº2: 1º post................................... 4.790
+ Um beijo, Beijing................................... 3.674
+ Não se ofenda, blogosfera........................... 3.428
+ Sentir.............................................. 2.372
+ A verdade sobre a vida e a morte.................... 1.363
+ Mãe maldita retardada tem de morrer................. 801
.^^.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
[OPS_iv]: ver_para_ver_(e/ou_?_e/ou_hein+sim)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
x: vezes em vez de versus
Talvez isso seja uma memória do que de positivo os comercialíssimos quadrinhos norte-americanos que se usam da trama para vender mais (notem que não pus vírgula antes do que, especificando-os portanto), do tipo Marvel vs. DC (e aí sim o “comercialíssimo” da coisa, a série Amálgama que inventaram para vender gibis, misturando de modo bizarro Batman e Wolverine) me deixaram subliminarmente, ou simplesmente a constatação óbvia do que vem acontecendo no popular “hoje em dia” ou de seu sinônimo mais seguro num nível de debate “pós-moderno”, ou ainda (para que não faltem “ou”) alguma filosofia já velha e sabida que me escape ou (mais provável se for o caso de ignorá-la, por confiar mais em minha preguiça que em minha falta de memória) falte. Ou porque eu fui maloqueiro e nerd ao mesmo tempo durante minha vida colegial e eu não estava sozinho.
Enfim:
Mais um texto na minha coluna no OPS estendendo (mas evidentemente não o suficiente) este assunto a partir desta frase por mim cunhada (ou por mim, cunhada, se falasse com a irmã de minha esposa ou esposa de meu irmão, se tivesse irmão e ou esposa, embora os tenha de certas maneiras) em meados de 2006, quando escrevia meu livro ainda não publicado.
Deixem de conferir (tipo aqueles anúncios “não leia”, que já foram geniais).
Ensejando a atmosfera editorial, final de ano para mim é época de comer doce e tomar refri sem cuidado algum, bem como champanha, ceva, pernil, pizza de mm’s, gordura saturada, dormir sempre que possível, praticar somente os exercícios divertidos (geralmente esportes), deixar tudo para o ano que vem, assistir novela, além dos clássicos/ clichês inerentes à época.
Portanto, um HO, HO, HO extra, pois embora haja muitas idéias pendentes de prática (ou ainda a maioria delas) esta não é uma época para muitas novidades. Se todos forem como eu, devem estar meio desligados – embora eu tenha esta sensação num campo ideal, já que dia 25 acabo por (às vezes) fazer muitas coisas que faria normalmente num domingo ou feriado.
Aliás, como não descobri ainda como inserir aquele plug-in/ widgjet posts semelhantes, se alguém quiser pensar mais sobre o vs., não leia isto.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
[OPS!] monalisa vs. sistina
Ops, esqueci de dizer que estreei como colunista no OPS!
Faço agora parte como colaborador d'O Pensador Selvagem, este belo projeto idealizado e organizado pelo múltiplo Rafael Reinher, projeto que além de produzir conteúdo interessante ainda conta com blogs criativos e inteligentes tais como o Ágora com Dazibao no Meio e o do Guga Alayon, além de tantos outros.
Em breve, farei daqui um link decente para meu perfil lá.
Meu texto de estréia, na coluna que se chama Cultura saturada, é o Monalisa vs. Sistina, de cujo recortei o trecho seguinte:
"Um duelo entre Monalisa e os senhores e senhoras atléticos da Capela Sistina não seria uma covardia: se eles têm força física, são gigantescos (o Adão teria quase três metros se se levantasse daquela colina, sem falar nas sibilas e profetas) e têm no time ninguém (ou melhor, Ninguém) menos que o criador do universo, a Gioconda revela em seu sorriso esfumaçado alguma ironia, alguma arrogância, alguma prepotência de quem tem um poder misterioso, de quem nem parece humano, de quem mesmo tendo um cenário medieval e místico como as coisas medievais eram às costas, olha para frente, para o futuro, e olha para onde você for."