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quarta-feira, 19 de março de 2008

quarta-feira, 12 de março de 2008

Nádia, doravante denominada n, que só queria quando criança ser modelo quando fosse adolescente e adulta, ou ao menos ter peitos volumosos e um bumbum na medida (na medida para as mulheres). Mas eis que como não tendo acontecido isso (como tantas coisas que não acontecem para as pessoas como as respectivas pessoas queriam) reclama ao seu amigo Maquisuel (nome de anjo, termina com el, doravante denominado m).


n: Meus peitos simplesmente pararam e minha bunda não pára. Alguém lá em cima tá querendo me foder (no mau sentido, já que os anjos (e mesmo Deus) não têm sexo, ou menos não se discute isso). Por outro lado, aqui na Terra os que querem me foder, dessa vez no bom sentido, acabam também o fazendo na versão má. Eu li dia desses na revista que eu tenho corpo pêra. Corpo pêra? Como pode isso...


m: A única coisa que eu queria ser era não ser uma coisa: careca.Mas eis que eu com 23b simplesmente tinha um buraco na cabeça que se aproximava cada vez mais da minha testa cada vez maior deixando cada vez menor o couro capilar que separava esses dois pontos de desmatamento.Mas daí eu penso: ah, eu sou dos bons, dos bombons - sem nenhuma análise pejorativa quanto à comestibilidade. Dos bombons que alguns gostam exclusivamente. E azar de quem só quer Sonho de Valsa. E quer saber, corpo pêra é a cara (ou o corpo) do Brasil.


n: E quanto ao aeroporto de mosquito, ou melhor, calvície?


m: Sabe o que eu fiz?


n: hã?


m: Nem te conto. Comprei um relógio de prata. E uma camisa do Milan. Agora eu tô que nem o Zinedine Zidane, a não ser pelo Milan.


(...)


n: Ficou bonito.


m: ...


(...)


m: Sabe aquele lance de foder que tu falou antes?


n: Sei.


m: E aquele lance do bom e do mau sentido?


n: Sei.


m: Eu quero e não quero...


n:...


(...)


n: respectivamente?


m: res-pec-ti-va-men-te.


n: sem lado bom e sem lado ruim.



Duas personagens, inventei-as ontem à tarde. São gentes simples. Um dia eu os desenho e ponho junto aos outros desenhos.

terça-feira, 11 de março de 2008

sexta-feira, 7 de março de 2008

nuovo JOÃO'S OPINIÕES

Agora englobando pqpetc e escrevê-la. E abrindo espaço para as coisas pequenas e/ ou pessoais que eu não conseguia adequar a um dos três. Porque a liberdade é azul e de todas as cores. Porque a união faz a força. Porque é mais fácil para os leitores (os menos de 100 de Stendhal que Brás Cubas falou).


E porque, afinal de contas, eu preciso oferecer o pacote completo de mim mesmo – só assim, misturando tudo, é que eu funciono. Algo que condissesse comigo mesmo. Se hoje em dia há até uma certa androginia dos extremos, é difícil (e não aconselhável pelo novíssimo bom senso) classificar bem e mal, certo e errado e, para alguns, homem e mulher, quem seria eu para classificar a linguagem? Como diz Melamed, e como digo eu mesmo e vários outros estudiosos de arte previram, a mídia não é importante – a idéia é. E a imaginação é mais importante que o conhecimento (mas chega de dizer dizeres). Não se trata de jogada de marketing. Não tenho público (talvez ainda) para o fazer. Aqueles três completaram um ciclo (mesmo que eu tivesse público, mesmo que fosse jogada de marketing, eu diria isso, ou não, pois procuro ser sincero). Um ciclo de indecisão, dúvida e de não saber o que fazer.Pois bem, atualizem vossos bookmarks, links ou listas de bloqueio. Aqueles agora são posts em preto e branco.


Mas os manterei, pois eles foram pasteurizados, não têm perecimento. Além do que, de grátis até ônibus errado (sempre acho isso engraçado).


Agora eu tenho certeza, e sinto grande alívio quando tenho certeza porque estou sempre em dúvida e sempre sem grande alívio. Passei para cá só o que me era mais caro, ou seja, tudo (ou quase tudo). Tu realmente não precisas os visitar, embora eu esteja insistindo através de links. Eu preferia o visual daqueles, mas talvez é como se eu tivesse saído da TV Manchete para ir para a Globo, ou saído da Globo para ir para a Record. Um belo dia resolvi mudar. Apesar de não gostar tanto assim dessa música (mas a ouvindo agora eu gostei, e, porque não, dancei – com a cabeça), é isso que ocorreu. Talvez um belo dia eu vá lhe telefonar.

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