Voltar a começar a tocar violão> música> a beleza que a música pode e como causar> what a wonderful world> de chorar, de fundar um século> lembrei dela na voz do vocalista da banda mais importante desde os Beatles> ela, naquela voz, apareceu na propaganda da Coca> Beatles, Coca, Ramones, www este e o milênio que passou, que é onde vivo> acaso> que mundo maravilhoso
A questão é acreditar ou não em Deus. Ou e/ ou.
Quanto à existência, às vezes me parece que as provas de não existência é que são provas de existência.
Mas uma coisa eu sei. Ou, ao menos, desconfio.
Donatela é a verdadeira assassina. Salvem a flora.
Eu já vi ela (a Dª Tela) cometendo assassinatos num outro filmizinho aí.

Sta. Tartaruga, Donatela.
O que as suas companheiras Rafaela, Leonarda e Michelangela irão pensar?
Michelangelo nos leva à criação de Adão, e isso nos leva novamente a Deus e ao início do texto.
SOBRE DEUS: SOBRA P/ DEUS OU SOB DEUS?
Transcrevo abaixo meus últimos comentários no texto do Daniel Lopes no Amálgama (leiam lá p/ acompanhar a discussão, mas transcrevo aqui porque às vezes os links se perdem):
Este assunto é polêmico demais porque qualifica qualquer pessoa para o debate. Intelectuais, atletas, padeiros, mendigos (vocês entenderam), todos têm alguma consideração/ opinião sobre Deus, é um assunto que cabe a todos (vocês já entenderam).
Então é preciso restringir para isso aqui não se tornar um fórum de debate sobre a existência de Deus sem que seja considerado o que o texto principal (neste caso, o do Daniel) nos trouxe.
E o texto original do Daniel (bem complementado por todos os comentários que li até aqui) fala da questão da invisibilidade de Deus. E aí que as pessoas se separam (sem mal algum nisso): alguns crêem que têm de ver para crer, outros crêem que têm de crer para ver (sem conotação silas-malafaia alguma nisso, apesar do verbo crer em vez de acreditar). E este é o ponto de liberdade, o ponto de mistério, o ponto que ninguém pode dizer qual é o certo, o ponto “cada um, cada um”.
Mas precisamos ter cuidado com a prioridade que damos à lógica. Se falarmos em lógica, falaremos em razão, e razão leva a iluminismo, e iluminismo leva a modernismo e isso leva a pós-modernismo que me lembra que toda essa utopia moderna caiu, foi insuficiente. A razão é insuficiente. Serve para muitas coisas, mas não tem a complexidade que a vida tem. É um erro achar que a lógica é melhor (pior tampouco) que a intuição.
Discutimos, discutimos e paramos no ponto do mistério. E alguns tratam o mistério com lógica, outros com intuição.
A igreja católica é um gigante associação de bairro, a favor da família moralista.
A universal é uma competente empresa de auto-ajuda, mas que se estraga na hipocrisia ao usar o nome de deus (embora talvez por isso somente o seja).
Mas isso não é Deus, isso é religião. Ou associação, entidade etc. Então, nós podemos não acreditar em Jesus, em pecado, em destino, em inferno, mas isso não é Deus.
Podemos discutir tudo isso, pois isso é história, antropologia, psicologia, ciência além de um excelente exercício filosófico, mas o que discutimos são CONCEITOS DE DEUS. Na essência, somos incompetentes para dizer se existe ou não, pois esbarramos sempre num índice (paradoxalmente cada vez menor e cada vez maior) de mistério.
Caso exista Deus, ele (ou Ele, enfim) pode (e mais que isso, deve) não ser nenhum desses aí. Deus é um nominho que nós usamos para o mistério (o invisível).
O mistério é mistério, cada um usa como quiser.
Pode-se desprezá-lo e ser dono da própria vida. Ser auto-suficiente.
E a auto-suficiência é útil.
Ou pode-se acreditar em coisas além do que já se sabe e ter fé.
E a fé é também útil.
***
O fato de uma coisa estar provada cientificamente não tira seu fascínio. Talvez Deus explique a ciência e não o contrário.
O azul é azul por causa de raios luminosos, a física explica. Explica. Mas o azul já existe. O azul ainda é azul, ainda é fascinante.
Acho que o caso do cientista, Ju, embora não conheça, não é de filho drogado não.
É de fascínio. A inteligência de todas as coisas associadas, a vida (na mais abrangente complexidade da palavra) e seu sistema, o tempo, todos são fascinantes, justamente por usar das imperfeições para não deixar tudo exato. Perfeitas são as máquinas, que homens inventam. A natureza não se rebaixa a essa simplicidade. A natureza (a vida) é inteligentíssima.
E quem quiser chamá-la Deus não fará mal a ninguém.
***
Bem, um comentário breve, já que são pensamentos breves, até porque este assunto rende(ria) muito.
Antes, o Peterso falou uma coisa importante, a questão de nomear. E depois (mas antes de mim) a Adriana falou “(…) é um desastre, mesmo com tantas maravilhas”.
Isso já basta. Eu apenas uso estes dois comentário anteriores para dizer que para mim o absurdo está na pergunta ainda ser feita. A igreja católica é algo mais que religião, é uma entidade sócio-política até, não vale usá-la para debater Deus. E os ateus (ou muitos deles) dizem que não há Deus só porque ele (ou Ele, enfim) não é bonzinho, não deixa tudo mastigado e não dá paz para todo mundo.
Só na confusão de achar que um deus-mais-novo-testamento deveria agradar a todos para sê-lo (ou sê-Lo, enfim) e da interpretação bruta do que era para ser uma alegoria (o velho testamento) já se tem muito tempo a perder.
Se dermos uma voltinha no oriente ou mesmo ouvir certas pessoas s/ cultura e com um tipo de fé particular, teremos pontos de vista tão importantes quanto estes vindos do exercício filosófico que é debater esta questão.
Mas já que falei em exercício, vim aqui mesmo para comentar a forma da coisa, do escrever em si, já que um comentário serve bem para isso. E seu texto está bem escrito, deu conta do recado neste pequeno espaço.