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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

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Parecem 7, mas são todas as cores. Sem mexer no contraste ou qualquer coisa do tipo (parecia photoshop ao vivo).
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

joao~grando @ ZUPI #23

[ZUPI nº23] joao~grando [ZUPI nº23] joao~grando

Participei da edição nº 23 da célebre revista Zupi, na abertura (duas primeiras páginas) e no fechamento (duas últimas), o famoso start/stop, além de mais uma imagem abrindo a galeria no centro da revista.


O resto da revista está TRI MASSA também. À esta altura já não está mais nas bancas (era a edição do bimestre jul-ago), mas está à venda online em 
www.zupishop.com/produtos_descricao.asp?codigo_produto=690


[ZUPI nº23] joao~grando

quarta-feira, 27 de julho de 2011

vem_virará_vá

Nos precipícios, o silêncio, o vazio e a amplitude da vista se sintetizam num grito de VEM.

Não raro isso assusta e afasta, impõe uma cautela que cobre qualquer ato. Mas, no caso de realmente se considerar a proposta do chamado e se dispor muito próximo a ele, o precipício, antes de sugar num mar oco, usa seu poderoso som para falar e ali ele até ouve - para além dos testes acústicos de gritos bumerangues, naquele silêncio em erupção o pensamento volta para si como se fosse pensado por outro, donde, como no caso do eco ou de qualquer outro espelho, esclarece, até revela.

Não estou em depressão, talvez até o contrário, mas devo dizer que cheguei à beira do precipício e devo pular. Como se trata de uma metáfora, há a opção de VOAR.
E neste caso o silêncio traduzido por VEM virará VÁ.

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Esboço sobre a concentração espontânea

A delicadeza é mais ou menos épica quando captada. Qualquer coisa o é: há nesta captação quase o contrário de captura. Seja um cisco em zoom máximo colado à íris, seja o detalhe que é tudo na contemplação. Percebe-se algo, que antes era e tão somente, e sempre fora e tão somente, mas agora (convém chamar agora a tal instante) é, mas não mais apenas é, mas é miraculosamente, miraculosamente é. E não se sabe se mais vingança ou mais recompensa, mas a coisa rebate o arrebatamento de sua privacidade invadida na proporção absurda de E = mc², do átomo que engole a metrópole ao ter seu segredo descoberto. Encostar-se à verdade. E por breves instantes falar sua língua única e óbvia, como Dvořák derrete o som de uma porta fechando vagarosamente para fechá-la de vez com seu violoncelo, ou como um tigre devora um boi e o transforma primeiro em sono depois em salto. Em tal linguagem compulsória emprega-se muito mais esforço do que qualquer mestre pudesse esperar do discípulo o mais dedicado: a demanda na nitidez com que de repente as coisas se apresentam. Ou melhor, parecem se apresentar, visto que de fato quem põe o palco somos nós: elas estavam sempre ali; nós não estávamos. Até agora.
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